Segundo programa sobre Caio Fernando Abreu é focado no Livro Morangos Mofados.
Traz fragmentos do conto que dá nome ao livro e a segunda parte da carta de Caio F. ao amigo José Márcio Penido, em que com sua peculiar sensibilidade, comenta sobre o processo de criação do conto entre outras coisas.
1. Fragmentos do Conto Morangos Mofados. ” Prelúdio”
2. Segunda Parte de Carta ao Zezim
3. Fragmento do Conto Morangos Mofados. ” Minueto e Rondó”
Músicas: Strawberry Fields Forever - Lennon e Mc Cartney
Linha do Horizonte - Secos e Molhados
Vozes: Lori Santos e Djaine Damiati
Produção/ Edição: Djaine
Agradecimento especial: Ana Carina Marques


Sempre maravilhoso o texto de Caio F. Parabéns pela escolha
Comment by Marcos Diegues — June 26, 2007 @ 8:19 pm
Maravilhoso. Trabalho lindo o de vocês e total fora do clichê convencional. lindo lindo lindo. sem falar em quão lindo é texto escolhido!
parabéns!
=]
Comment by Larissa Figueiredo — June 26, 2007 @ 8:20 pm
Djaine, fiquei pensando se o virtual poderia de fato sobrepor ao humano, asneira, bastou-me ouvir Alma da Palavra e entender que tudo deve ser utilizado quando o objetivo é a memória cultural e a divulgação nos meios de massa.
Adorei!
Comment by Laercio Braga — June 26, 2007 @ 8:20 pm
bem bacaba mesmo a iniciativa. tb duvidei do poder da declamação, mas me revelou aqui coisas que não tinha prestado atenção ainda no texto. obrigado
Comment by raukai — June 26, 2007 @ 8:21 pm
belissimo estou embargado, belissimo
Comment by Carlos Eduardo Gravatá — June 26, 2007 @ 8:21 pm
Djaine,nunca pensei q essa “máquina” (computador) pudesse trazer tão maravilhosa semelhança qto ao mundo de um livro, p ser sincero, até melhor apesar da estranhesa e dessa meio. Sua contribuição é fantástica!
Comment by Gustavo Risso — June 26, 2007 @ 8:22 pm
Presente ou Ofença … apenas Despaltérios
Eu, o despaltério de mim
Ando a caminhar de cara lavada
Quando não me sujo o corpo todo
Lavo o rosto, mas escorrem os barros pela testa
Manchas de mazelas
Só manchas
Minha vida como uma mancha molhada
A minha …
Mente e gira, ela gira.
Não sou mais o que travesseirava amor descompromissado
Eu gritava aos quatro ventos uma liberdade…
Uma liberdade
Ha, tantas palavras utópicas a encher-nos, a boca.
E as manchas?
E a do travesseiro ?
Está guardada com sabor de fel e..
Está guardada com sabor de saudade
Esses despaltérios em mim, “Quem sabe um dia”
Ando manchado, escorrendo lama e gritando aos quatro ventos a esperança
Esses despaltérios em mim
Talvez ande por ai a gritar mais utopias
Ande por ai engolindo o torpor daquela liberdade
Esses despaltérios em mim
“Quem sabe um dia ?” não passo a engolir o sabor da esperança
Comment by nobody — June 26, 2007 @ 8:23 pm
Ansiosoooooo pelo próximo episódio
: ]
viciei !!
Comment by Erick Tostes — June 26, 2007 @ 8:24 pm
Também estou no aguardo da próxima edição.
Gostaria de agradece-la pelo conteúdo que tem nos oferecido. É ótimo!!
Fabio
Comment by Fabio Montefuscolo — June 26, 2007 @ 8:24 pm
Esse site é maravilhoso! parabens aos criadores que não se apresentam, não tem email…
Comment by cauim — June 26, 2007 @ 8:25 pm
Djaine, lindo demais o Alma da Palavra. Tomei a liberdade de indicá-lo na última edição do meu podcast.
Comment by João — June 30, 2007 @ 8:41 pm
abreu detona!
Comment by rafael andolini — November 28, 2008 @ 12:59 pm